A Culpa é das Estrelas (John Green)

Eu sei que todo mundo já viu o filme “A culpa é das estrelas”, e muitos já leram o livro também, mas, como eu só li recentemente (tudo bem, me desculpem), eu decidi que vou tentar (mesmo assim) escrever sobre ele.

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Título: A Culpa é das Estrelas.

Autor: John Green.

Editora: Intrínseca.

Gênero: Romance.

Sinopse: Hazel foi diagnosticada com câncer aos treze anos e agora, aos dezesseis, sobrevive graças a uma droga revolucionária que detém a metástase em seus pulmões. Ela sabe que sua doença é terminal e passa os dias vendo tevê e lendo Uma aflição imperial, livro cujo autor deixou muitas perguntas sem resposta. Essa era sua rotina até ela conhecer Augustus Waters, um jovem de dezessete anos que perdeu uma perna devido a um osteosarcoma, em um Grupo de Apoio a Crianças com Câncer. Como Hazel, Gus é inteligente, tem senso de humor e gosta de ironizar os clichês do mundo do câncer – a principal arma dos dois para enfrentar a doença que lentamente drena a vida das pessoas. Com a ajuda de uma instituição que se dedica a realizar o último desejo de crianças doentes, eles embarcam para Amsterdã para procurar Peter Van Houten, o autor de Uma aflição imperial, em busca das respostas que desejam. Inspirador, corajoso, irreverente e brutal, A Culpa é das Estrelas é a obra mais ambiciosa e emocionante de John Green, sobre a alegria e a tragédia que é viver e amar.

Resumo: Descobrir que você tem câncer deve ser quase como morrer. Seu mundo cai, tudo a sua volta parece desmoronar, mas, descobrir que você tem câncer com apenas 13 anos é pior ainda (pois é, “o mundo não é uma fabrica de realização de sonhos”).

A história conta o romance de Hazel Grace Lancaster, de apenas 16 anos que descobriu ter câncer na tireóide aos 13 anos de idade, mas que por um milagre (chamado Falanxifor), teve mais alguns anos de vida, e Augustus Waters, com seus 17 anos, ex-jogador de basquete, que a um ano e meio teve uma das pernas amputadas por causa do osteosarcoma, mas aparentemente ele está muito bem (ele está em uma montanha russa que só vai para cima).

Essa é a história de um jovem casal, que apesar de não ter muito tempo, viveram um amor puro e bonito.

Ilustração Jordana Andrade Fonte: blog www.revistacapitolina.com.br

Ilustração Jordana Andrade
Fonte: blog http://www.revistacapitolina.com.br

A história começa nos apresentando Hazel Grace, uma menina com seus 16 anos, que prefere ficar em casa lendo seu livro favorito no mundo todo, “Uma Aflição Imperial”, ou ver programas na tv, ao invés de sair e conhecer pessoas. O motivo é simples: ela quer minimizar o número de “vitimas” quando ela estourar (como uma granada), mas a mãe de Hazel (sua fiel escudeira), não permite que a filha fique trancada, depressiva em casa.

A mãe de Hazel vive tentando incentivar a filha sair, conhecer pessoas e fazer amizades, resumindo, ela quer que a filha aproveite o (pouco) tempo que tem da melhor maneira possível, como uma garota normal (se é que dá para viver normalmente sem quase conseguir respirar). Como Hazel ama sua mãe, e só quer que ela fique feliz, ela sai de casa e vai em algumas reuniões de um grupo de apoio, que acontece no “coração literal de jesus”. É em um desses encontros que ela conhece Augutus Waters.

“Pior do que bater as botas com 16 anos por causa de um câncer, é ter um filho que bate as botas por causa de um câncer”

Tudo começa com um filme, e logo a ânsia de se falarem se torna maior do que a própria Hazel possa admitir.

Um desejo uniu de vez o casal. A dúvida de saber como que estão os outros personagens depois do fim do livro (acho que todos nos sentimos meio assim, sempre fico imaginando como eles devem estar hoje, fazendo o que. Sei que é meio maluco).

Augustus, um verdadeiro cavalheiro que quer poder realizar os desejos da amada (mesmo ela tendo apenas um, ou dois, não sei, tipo pulmões novos, mas enfim…)., que é conhecer Peter Van Houten, o escritor do sei livro (e talvez do Gus) favorito.

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Bem, o resto da história vocês devem saber, e se não sabem ainda (você estava dormindo ou em coma?), leiam. Se vocês gostam de um romance puro, em que as dúvidas, o medo de machucar os sentimentos de alguém, a felicidade de poder passar mais um dia bom ao lado de quem se ama são peças chaves na história, então essa é com certeza você uma história feita para você.

Além do romance, podemos perceber o amor incondicional de uma mãe por uma filha, a amizade verdadeira entre Gus e Isaac (e Hazel também, porque não) e a solidariedade de Lidewij Vliegenthart (a humanidade ainda não está perdida).

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Bom, acredito que isso é o suficiente.

Um Beijo e “Até Segunda” ok?
-ok!

“Alguns infinitos são maiores do que outros.”

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2 comentários sobre “A Culpa é das Estrelas (John Green)

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